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Homens e mulheres de ontem e de hoje

Homens e mulheres de ontem e de hoje

Ao examinarmos as mulheres de gerações passadas, ou até as da geração de nossas avós, observaremos que, era quase como se repetissem um padrão dos tempos da escravatura, em que andavam “atrás” de seus maridos, os chamavam de senhores, e aceitavam mudamente, mesmo sofrendo, suas mazelas, ordens, exigências e infidelidades.

Vocês sabem o que acontecia a partir disso? Essas mulheres não tinham quase acesso a cuidados médicos, muitas morriam de parto, não se cuidavam fisicamente como hoje: ginásticas, academias, musculação, yôga, tratamentos estéticos, regimes, convênios médicos etc., e vinham a falecer muito mais cedo do que os homens.
Em gerações passadas o número de viúvos era bem maior. Hoje em dia, essa situação inverteu-se totalmente. A mulher inseriu-se no mercado de trabalho, juntando-se a isso as aquisições a que tem direito como ser humano, e sua vida tornou-se mais interessante e duradoura. Hoje, as mulheres vivem mais do que os homens e aí está a parte material negativa: ficam viúvas mais cedo e dificilmente conseguem encontrar um parceiro da sua idade.

Aparentemente, os homens vingam-se dessa situação de igualdade das mulheres, arrumando-se com garotas mais jovens. Isso gera um alto grau de infidelidade, agora explícita, como forma de demonstrar seu descontentamento por estarem sendo “desbancados” do mercado de trabalho.

Que bagunça, não?

A internet e a globalização da economia são dois exemplos através dos quais as mulheres vão se emancipando. Mas, voltando-nos para a parte emocional do processo dos homens buscarem mulheres bem mais jovens, por vezes “ninfetas”, quando viúvos, separados ou até ainda casados, é uma situação pouco confortável para eles, estarem com mulheres de sua idade pois logo após os 40 anos, há uma diminuição gradual no seu processo de ereção, e eles sabem que uma mulher experiente, disso sabe, e percebe.

Mas apesar de todos os processos atuais de resolução desse problema, como, por exemplo, Viagra, cirurgias adequadas que revertem esse mecanismo inconveniente, em seus emocionais – com raríssimas exceções – está registrado o primeiro acontecimento, isto é, “minha ereção diminuiu ou desapareceu”.

Por que isso, hein? Pelo motivo de que no nosso emocional, demoramos mais ou menos por volta de uma geração para assimilarmos os novos acontecimentos, pois ficamos presos “para trás” deles. Esses esclarecimentos são basicamente importantes, para que ambos os sexos procurem ajuda, ao se defrontarem com problemas interligados ao que acabamos de narrar.

JONIA RANALI

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