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Estresse em crianças, bebês e fetos

Estresse em crianças, bebês e fetos

Sabe-se hoje que o desenvolvimento de bebês e crianças é afetado principalmente pelo estresse.
 
Estudamos e falamos muito sobre bebês, mas só na parte física, médica: seu corpinho, como cuidar dele, a qual médico pediatra levar, como deve ser, de preferência, um parto, e assim por diante.
Mas são ainda pouco conhecidos os fatores emocionais que podem atrasar o desenvolvimento infantil.
Problemas emocionais podem causar estresse em fetos, recém-nascidos e crianças pequenas.
 
Podemos enumerar uma série deles, começando pela vida intra-uterina: um bebê precisa ser desejado, ter um lar estabilizado, com pai e mãe, segurança financeira, certeza de ter um seguro de saúde, que o emocional dos pais esteja equilibrado e que estes não briguem na frente dos filhos. Se houver alguma coisa a resolver, é preciso manter a calma.
Pesquisas feitas nos mostram que de cem crianças pesquisadas, noventa e seis viviam expostas a pelo menos uma situação de estresse, e que isso leva a um atraso mental que poderá ser menor ou maior dependendo do grau ou intensidade da situação.
 
Podemos citar o que prejudica e situações estressantes para um bebê: brigas entre a mãe e o pai, com ou sem agressão física; ter a família abandonada pelo pai; ter pouco contato com a mãe; ser cuidado só pela mãe (pais separados, morte do pai ou mães solteiras) e dormir na cama dos pais.
Quando já foi detectado um atraso, deve-se fazer uma imediata intervenção, como, por exemplo, transformar a hora do banho ou das refeições em momentos de proximidade com a criança, cheios de conversa e muita brincadeira.
 
Existe uma maneira certa de aprender a lidar de forma adequada com os problemas emocionais de bebês e crianças e mais atualmente, em uma abordagem “de ponta” com embriões e fetos, em sua vida intra-uterina.

Sabendo desses pormenores, mamães e papais poderão proporcionar um bem-estar maior e vida emocional saudável para seus rebentos.
 
JONIA RANALI

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